sábado, 16 de setembro de 2017

Eu te convido a sentir


Hoje eu vim te convidar para fechar mais os olhos. E quando digo fechar mais os olhos é para internalizar mais, para sentir mais. E dar um tempo de tantas buscas, de tantas racionalizações que você faz.
Olha para você, coloca a mão no seu coração, te sente. O que está acontecendo dentro de você agora? O que você precisa? O que você quer? O que seu sentir diz? Mas não ouve o que ele diz com palavras, ouve o que ele diz no pulsar. O que palpita em ti, o que você quer seguir, que é o seu caminho?
E quando você fecha os olhos, você está saindo desse mundo e entrando no seu mundo. Se conectando com esse espaço de silêncio, se conectando com esse espaço de “não sei”. De desconhecido. Porque tem muito para você descobrir ainda. Mas simplesmente sinta. Se permita apenas SER. Permita que as coisas fluam, porque muitas vezes você vai seguindo a rotina e se esquece de parar, se esquece de parar, de que tem um mundo dentro de ti que é importante e precisa da sua atenção. E muitas vezes puxa o seu tapete e você cai, que é para te fazer olhar pra ele. Muitas vezes traz alguma doença, que é para você olhar para os seus padrões, olhar pra dentro.
Feche mais olhos, olhe mais para você. Aprenda a sentir. É daí que vem a sua intuição: do sentir. Aprenda a se conectar mais com ele, a ouvir seus sussurros sem palavra alguma, mas com muita vibração.
Olha para dentro e sorria, é lá que você pode conseguir sua maior sintonia.
Meire Oliveira

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Resgates necessários





Os passos que você dá para se resgatar, são os passos que você dá para se cuidar.Os passos que você dá para se perder, são os passos que você dá na contramão do próprio coração. E se machuca, e pisa em cima das próprias necessidades e sentires.Existem momentos em que a gente precisa se  resgatar, se distanciar de tudo, para se conectar com o próprio mundo.

Se deitar no templo interno, abrir as janelas para arejar a alma. Serenar as batidas aceleradas do coração descompassado. Realinhar o centro. Deitar no silêncio profundo, descobrir a beleza do mudo. Do sentir que respira lento, intenso. Que pulsa, impulsa, clareia, trepida, escurece, amanhece, anoitece, floresce.

A vida implora por ruptura. O coração carece de tempo, e o tempo para ele é prece. Que lapida, que compreende e aprende. Que permite o crescimento, o encantamento e transbordamento.

Porque há um bocado de magia mesmo em meio as transformações. No mergulho de cada fim, o recomeço espera para o abraço do novo início.

Deixa chover, deixa molhar. Deixa ir o que for preciso e permanecer o que tem que ficar. Deixa a metamorfose se conectar.


Meire Oliveira


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Leitores do meu livro Pintando Borboletas


Tantas riquezas pintando borboletas. No sul, em Sampa, Minas e muito mais! Gratidão é a palavra exata para o sentimento que trago. Namastê!!!


  


  


   


  

Quem tiver interesse em adquirir o livro pode entrar no site da editora Penalux: AQUI! ou enviar um e-mail para mim: meire_eog@yahoo.com.br

Vem pintar borboletas comigo também!


Meire Oliveira


sábado, 17 de agosto de 2013

Meu primeiro livro- Pintando Borboletas




Clique na imagem para ver melhor.

Clique na imagem para ver melhor.


Oi amores! Vim aqui trazer uma notícia mais que especial para mim. Aqui onde tudo começou, com poesias, versos, com linhas pequenas e compridas. Com o afeto bordado nas letras ele vai nascer: meu primeiro livro. Pintando Borboletas.
O lançamento será dia 21 de setembro. E quem tiver afim de adquirir, depois do lançamento pode comprar comigo com dedicatória ou no site da Editora.

Porque a união também realiza sonhos:


Capa e diagramação por Ricardo Vlv Augusto Paixão


Orelha/Abertura do livro por Emiliana Vaz



Quem quiser acompanhar melhor tem a minha página no face, cujo link está na lateral direita aqui do blog.

Minha gratidão a todos que passam por aqui. E a todos que já passaram durante esses anos.

Meire Oliveira



terça-feira, 7 de maio de 2013

Suavizando o sentir

 
 
 
 
 

 Quando a intensidade mora dentro da gente é preciso aprender a colocar nossos sentimentos para descansar. É preciso aprender a resgatar a leveza a cada passo dado, a cada gesto lançado.
Tudo o que chega arremata o cora
ção dilacerando tudo rápido e alto demais, fazendo um barulho audível por dias, por isso é preciso aprender a colocar um escudo para que as reveses não atinjam o peito tão profundamente. Nem as flores com seu perfume mais suave encharquem onde toquem e tirem nosso encanto próprio.
É preciso aprender a equilibrar na corda bamba das certezas e abraçar a autoconfiança pra entender os próprios limites. É necessário cuidar do lado onde ninguém pode alcançar, onde só nossos pés alcançam, onde podemos nos debruçar, nos acalmar, chorar e nos curar. Num espaço só nosso, na janela interior deixar arejar os sentimentos pra poder aguçar a sensibilidade e colocar pra dormir a intensidade que só traz angústias desmedidas. E aproveitar o raiar do nosso próprio brilho.
É tentar buscar o que causa leveza, o que engrandece ainda mais a nossa natureza.
Desacelerar os passos, jogar fora os nós e deixar só os laços.

Meire Oliveira

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Salve-se quem puder





Ela é bonita, já dizia Gonzaguinha. Ela é o novo, o feio e o belo num mesmo momento. Um infinito contentamento. Mudanças desmedidas, essa é a vida. Nos apresenta e nos presenteia, plena, rica e cheia. Nos joga pro alto e nos atira no chão em questão de segundos, basta que tropecemos e perdemos o rumo, cadê a direção?
A vida é o inesperado e salve-se quem puder. Salve-se do mau humor, salve-se da negatividade e do egoísmo. Mergulhe na alegria, no que te faz sorrir e te agrega. E se pintar um clima, rolar uma rima, se joga que a vida é agora.

Meire Oliveira



domingo, 10 de março de 2013

Cartas









Cultivo sentimentos que por pura diversão gostam de se desmanchar no papel. Eles correm de mim para a tinta da caneta e se derramam em palavras. Envelopo para o destinatário carinho em forma de poesia.
Cartas, dizem por ai ser velharia, coisa antiga que com a vida moderna de hoje em dia não rima. Eu até concordo em gênero e número, mas não em grau de amor e amizade, não em grau de sensibilidade. 
A rima para mim começa na folha arrancada do caderno e se dá o clímax na escolha da cor do envelope. A distância fica menor quando sinto a folha e olho a letra de perto. A carta leva a energia que palpita no ser na hora de escrever.
Mandar cartas é uma das minhas formas de abraço.

Meire Oliveira

Eu te convido a sentir

Hoje eu vim te convidar para fechar mais os olhos. E quando digo fechar mais os olhos é para internalizar mais, para sentir mais. E dar...